Na década de 90 os irmãos
perrela e os treinadores que passaram pelo Cruzeiro conheciam a história do
Cruzeiro e formava elencos que se doassem em Campo, treinadores que em
competições mata-mata anulassem os melhores elencos do Futebol Brasileiro, o
Cruzeiro partia para cima dos adversários, jogava com raça e amor a Camisa e
quando o Cruzeiro caia de rendimento aparecia a figura implacável do presidente
que ia para o centro do gramado na toca da raposa e exigia postura e raça de
seus jogadores, lembro-me como se fosse hoje de cada reunião do Zezé Perrela
que mexia com o brio de seus atletas que nas partidas decisivas revertiam
resultados desfavoráveis contra Palmeiras, São Paulo, Grêmio e patético e hoje
somos fregueses desses times.
Temos um elenco muito bom
sim, mas apenas para disputa de torneios de pontos corridos, mas infelizmente o
único torneio que existe como esse é o Campeonato Brasileiro que é grande e
possui muitas equipes fortes e por isso nem sempre iremos vencê-lo, por isso
devemos aprender a jogar toeneios mata-mata, porque o torneio mais importante
de nosso continente que é a Libertadores é assim e com esse técnico e com esses
jogadores não dá.
Temos um elenco muito
velho e "bixado", jogadores como Borges, Dagoberto e Julio Batista
que ganham altos salários só ficam no DM, cedem ao cansaço muito fácilmente e
não consegue jogar muitas partidas em sequência, nossos jovens talentos como Maike
e Lucas Silva são Muito afobados e falta experiência aos mesmos nas decisões,
nessa hora que é necessária um bom departamento de preparação fisica e um bom
treinador para sabaer mesclar e motivar o elenco, coisa que Marcelo Oliveira
não sabe fazer, desde que chegou ao Cruzeiro em partidas mata-mata nunca
conseguiu reverter situações desfavoráveis, exceto a partida contra o Santos
pela Copa do Brasil 2014, que a equipe praiana cansou e perdeu talento e
atitude após a saída de Robinho que estava destruindo o Cruzeiro.
Se o Cruzeiro tivesse um
presidente que Cobrasse postura de seus atletas e de um técnico que tivesse
responsabilidade com a história e com a camisa do time talvez seria reversível
a situação hora vivenciada na Copa do Brasil 2014.
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