quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CRUZEIRO JA TEVE JOGADORES DE RAÇA

Nas últimas semanas ouvi muito falar de raça no Cruzeiro, mas na verdade forma apenas lapsos de time Contra São Paulo e Atlético/GO no resto das partidas foi o mesmo timeco do segundo turno, após a saida de Joel Santana o time não passou de um bando de falastrões que dentro de campo "borraram" como diria o kalil, esses camaradas não sabem o que é raça, e o que apresentaram contra o Flamengo foi uma tremenda sacanagem e demonstraram que realmente o time vai cair.
Em outras épocas tivemos jogadores que honraram a camisa Celeste, aquele time de 1997 é um grande exemplo disso, sem nenhum craque ou jogadores de salário astronômico levaram o time nas costas até a conquista heróica da libertadores, depois os Perrela em um dos milhares de seus erros contrataram alguns mercenários que atolaram o time contra o borússia em Tóquio.
Tenho muitas saudades de Nonato, renato Gaúcho e Ademir. Ademir que alías foi um exemplo de raça para aquele time Campeão da Supercopa de 1991.

Entre os muitos ídolos do Cruzeiro com a característica de habilidade, toque de bola e futebol refinado tecnicamente, o ex-volante Ademir destoa do perfil histórico celeste. Referência na marcação entre 1986 e 1995 – com breve lacuna em 1992, ele conquistou a torcida na base da pegada e do futebol coletivo. Um dos seus grandes momentos foi na final da Supercopa de 1991, contra o River Plate. O título comemora o seu 20º aniversário neste ano.

A raça de Ademir não ficou caracterizada apenas pela sua postura incansável com a camisa celeste, mas também por suas atitudes exemplares de profissionalismo em campo e fora. Em 1991, por exemplo, o Cruzeiro vivia um momento difícil na tabela do Campeonato Brasileiro. Para ajudar o time, o ex-volante lutou contra um problema no joelho e se negou a ficar fora das partidas, enquanto aguentasse.


“Eu machuquei o joelho contra o Santos e nem conseguia treinar mais. Durante a semana eu fazia repouso e tirava líquido do joelho para poder jogar. Foram cinco partidas assim. Contra o Corinthians, acho que empatamos ou ganhamos no Mineirão. Meu joelho travou e eu até chorei, porque não poderia mais jogar. O doutor falou que não dava. Mas já tínhamos passado da fase crítica e estávamos livres do rebaixamento. Acabei tendo que fazer a cirurgia”, conta ademir em entrevista ao site superesportes.com.br

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